
A carta da III Jornada Nacional do Jovem Rural é o resultado dos debates dos 20 grupos de trabalho, onde todos os jovens participantes expuseram suas ideias e compartilharam suas experiências sobre o tema "Trabalho e sustentabilidade do campo".
Em cada grupo, um jovem do Grupo de Apoio e Sistematização (GAS) ficou responsável por sistematizar e relatar os debates. Todos esses relatos levaram à construção de um documento final de proposições da juventude rural.
Clique aqui e leia o documento!
DICA: Leve esta carta às instâncias municipais e estaduais. Ela poderá ser pauta da agenda pública e desenhar ações para a juventude rural do nosso país!

Temos vídeo novo no nosso canal do YouTube! É uma pequena amostra do encerramento da III Jornada Nacional do Jovem Rural, no dia 25 de setembro, no Centro de Convenções de Olinda (PE). Veja o vídeo aqui!
Veja também:
- Caras da Jornada
- Entrevista com a Lilian, da Acreditar
- Matéria sobre a III Jornada, feita pela Prefeitura de Gravatá



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O minicurso de tema "Plano Municipal participativo de Juventude" foi ministrado por Rozana Zanella e Maria de Lurdes, do Cedejor. As jovens trouxeram a experiência do Plano Municipal Participativo de Jovens, do município de Rio Fortuna (SC). A turma estava bastante variada, com participantes do MOC, Serta e Cedejor. A discussão foi muito apimentada e todos falaran sobre como acontece a implementação dos planos em seus estados.
Conversando com as facilitadoras do minicurso, elas relataram que em Rio Fortuna os jovens podem deixar bem claro esta situação de políticas voltadas para as juventudes, junto com o gestor do seu município. Elas complementaram ainda dizendo que o horário do minicurso ficou muito curto e quase não deu muito tempo de realizar todas as etapas que elas planejaram.
“Em meio a tantas novas tecnologias, muitas dessas iniciativas têm contribuído com o desenvolvimento humano e social no Brasil. Esse é o principal desafio da comunicação comunitária, e ela favorece a garantia dos direitos universais e do direito humano à comunicação", explicou Everaldo”.
Para o jovem participante Laudécio Carneiro da Silva, de Retirolândia, Bahia, a oficina foi de muita importância para o trabalho dos jovens. “Fico muito feliz em estar aprendendo e contribuindo no debate de uma comunicação feita pelo povo e para o povo, através do minicurso”, disse.
Ontem, a primeira manhã de trabalhos da III jornada começou com a apresentação de painéis para que os participantes ficassem por dentro do que foi discutido na II Jornada e do que tem sido feito em todo o país em relação ao trabalho no meio rural.
Logo depois da apresentação, os participantes dividiram-se em grupos de trabalho (GT) e foram para salas e tiveram a oportunidade de falar de verdade e se encontrar no tema "Trabalho e Sustentabilidade do Campo".
O tema gerou diversas discussões e uma construção coletiva, com diferentes ideias, de acordo com cada realidade do jovem. Os participantes se integraram, trocaram informações sobre projetos e debateram questões relevantes como o acesso a educação de qualidade, a valorização da cultura regional, acessibilidade aos créditos, ampliação de estruturas, capacitação de educadores, criação de leis para uma política de juventude, entre outros.
Essas serão formas de encontrar caminhos para uma juventude com atitude e transformação. E a partir delas espera-se uma construção para um próximo encontro.
A Feira Regional movimentou o entardecer da III Jornada com muito brilho. Estandes fartos, coloridos e carregados da cultura e da força do campo.
O espaço proporcionou uma grande integração dos participantes na sua relação com a cultura local, representada através de produtos da agricultura familiar e iniciativas de valorização e promoção do desenvolvimento sustentável dos territórios rurais.

Jovens e instituições trouxeram produtos dos 27 estados do Brasil e ficou nítida a diversidade e a riqueza deste país tão grande. Foi possível conhecer, trocar produtos, comercializar e ver as múltiplas possibilidades de produção e reprodução da vida no campo. Os participantes do Rio Grande do Sul serviram o tradicional chimarrão, vieram vestidos a caráter e mostram um pouco da tradição e expressão daquela cultura. No outro extremo do país, o povo indígena trouxe seus artesanatos, a dança e a luta de resistência para recuperar um espaço que antes era só seu.
A AMEFA (MG) trouxe artesanatos e livros sobre o movimento das EFAS e Movimento de Mulheres, mostrando o trabalho de valorização realizado com as comunidades rurais naquela região.
Para a jovem Meiriane Moreira, "a feira proporciona oportunidades de descobrir muitas realidades, o trabalho social de outras organizações e aprender com os demais. Nosso país é muito rico e tem muitas possibilidades para a gente se desenvolver. Percorrer os estandes da feira foi como fazer uma viagem e conhecer muitas realidades concentradas em um lugar só, no caso, aqui no Campo da Sementeira, um lugar e um nome sugestivo para estas experiências se proliferarem. Esta é a riqueza de momentos como este".
palmas que batem nos ritmos dos corações de mais de 800 jovens
deu-se início a III Jornada Nacional do Jovem Rural. Pernambuco deu
as boas vindas aos demais estados com versos e poesia produzidas pelos
próprios jovens. O grupo teatral Zum Zum Danado, do município de
Lagoa de Itaenga, abrilhantou o começo da Jornada, homenageando os
tantos Zés e Marias que fazem parte da vida de cada jovem presente.
Estamos ansiosos por amanhã!


