
Os jovens da Turma 7 do PEJR, do Instituto Souza Cruz, em parceria com o Cedejor no território Centro-Sul do Paraná, participaram no dia 16 de fevereiro a primeira visita de estudos da formação. O objetivo da atividade é ampliar as experiências dos jovens, proporcionando-lhes conhecimentos de outras realidades e novas práticas, favorecendo o diálogo e o confronto de saberes sobre os diversos temas do programa.
A primeira parte da visita foi realizada no município de Teixeira Soares, na propriedade de Everton dos Anjos, Agente de Desenvolvimento Rural (ADR) formado na Turma 2. Os jovens tiveram a oportunidade de conhecer o projeto de cunicultura (criação de coelhos de corte), gerenciado por Everton desde a formação no PEJR.
O ADR também falou sobre a parceria com outros jovens para a criação de coelhos e apresentou o Clube da Troca, que tem como objetivo melhorar a genética dos animais.
Na sequência, os jovens visitaram a unidade familiar de Taline Alessi, ADR formada na Turma 6, no município de Imbituva. Na propriedade, Taline desenvolve uma atividade não-agrícola, trabalhando com artesanato em EVA.

A visita de estudos é uma atividade organizada a partir dos temas do plano de estudos do programa, estando também relacionada aos projetos que os jovens poderão desenvolver. A atividade é um momento para observar, coletar dados, levantar alternativas, analisar situações, entre outros.
A partir de uma preparação prévia, na qual os jovens e educadores elaboram as questões e organizam os procedimentos gerais, a realização da visita ocorre com os jovens apresentando seus questionamentos, fazendo observações, registros e análises que, por ocasião do retorno ao Centro de Formação, subsidiarão a socialização das experiências e, consequentemente, as atividades das próximas sequências de alternância.
Nesse caso, os jovens fizeram um paradoxo entre as visitas realizadas, observando e registrando os riscos assumidos e inovação no empreendimento e também, envolvimento da comunidade e articulação com a sociedade. A utilização deste instrumento pedagógico favorece, ainda, a melhoria de expressão verbal dos jovens e do registro personalizado de suas descobertas, a aquisição de noções novas de linguagens especializadas, entre outros.
* Post feito pelo Coletivo Comunicação da Turma 7: Sandro Sidnei Topolniak, Luciano Pereira, Suelen Cristina Rosa e Marília Gabriela Cawa. Colaboração: Cristiane Tabarro, coordenadora do Cedejor Centro-Sul do Paraná.