Posts com a Tag ‘hortas urbanas’

Saiba como plantar alguns alimentos a partir das sobras

10 de junho de 2014 | Publicado em Ligado na Rede

Se, ao cozinhar, você gera muitas sobras, fique sabendo que elas podem ser aproveitadas! As raízes da cebola, a cebolinha e muitos outros alimentos podem ser cultivados em casa, acabando com as idas ao supermercado a cada vez que faltar um deles de última hora. O site Mashable selecionou alguns alimentos que são fáceis de plantar e não dão trabalho para cuidar. Confira:

Batata-doce e batata
Corte as batatas em pedaços e deixe-as secar. Enterre os pedaços secos na terra e, quando a raiz nascer, terá uma nova planta no seu quintal. Depois disso, e se tudo correr bem, terá batatas todos os anos. Em relação à rega, manter sempre o solo úmido.

Cebolas
Corte-as pela metade, apanhando a raiz e uma parte considerável do alimento. A cebola é uma planta bastante resistente a diversos solos. Porém, é importante que seja fértil, rico em matéria orgânica e bem drenado.

Manjericão e hortelã
Estas especiarias podem renovar-se até dentro de água. Depois disso, plante-as no solo até florescer. A luminosidade e a luz solar são necessárias para que a sua plantação cresça consideravelmente e de forma saudável. Quanto à rega, é aconselhado que o solo esteja úmido, mas saiba que tanto a falta de água quanto o excesso podem ser um entrave ao crescimento do manjericão e da hortelã.

Cebolinha e alho-poró
Se sobrou cebolinha ou alho-poró, saiba que eles criam raízes se colocados em um recipiente com água. Troque a água diariamente até que as raízes de desenvolvam. Depois disso, basta plantá-los.

Gengibre
O gengibre é um dos poucos alimentos que regeneram sozinhos só por serem plantados novamente no solo. Certifique-se de escolher um pedaço com alguns botões verdes, pois esses têm mais chances de crescer de forma saudável.

Alho
Sobraram muitos dentes de alho? Plante-os e logo terá muito mais. O alho precisa receber luz solar direta durante algumas horas por dia. Ele deve ser regado com alguma frequência e o solo deve estar sempre úmido. É importante que, antes da colheita, deixe de regar por cerca de 10 ou 20 dias.

Confira a lista completa aqui.

+ Com informações do site site Sábado.

Ron Finley: hortas urbanas são arte

24 de abril de 2014 | Publicado em Ligado na Rede

Ron Finley planta jardins de alimentos na região centro-sul da cidade de Los Angeles e transforma terrenos baldios e canteiros em jardins comestíveis. Porém, diferente de outros fazendeiros urbanos, Ron faz da sua atividade uma manifestação artística.

“Sou um artista. A jardinagem é o meu graffiti. Planto a minha arte. Tal como um artista de graffiti, que embeleza paredes, eu embelezo relvados e canteiros. Uso o jardim, a terra, como se fosse um pedaço de tecido, e as plantas e as árvores, são o meu embelezamento desse tecido”, explica.

+ Saiba mais sobre o trabalho dele: http://ronfinley.com/

Como fazer uma horta em casa – é possível!

14 de fevereiro de 2014 | Publicado em Ligado na Rede

Já imaginou comer alimentos plantados por você mesmo? E o melhor, sem agrotóxicos, fertilizantes e outros produtos químicos que fazem mal à saúde. Se você, que mora em apartamento ou casa pequena, pensa que ter uma horta é só para quem tem espaço, repense suas ideias! Cultivar hortas em pequenos espaços é uma prática muito viável e bem mais fácil do que você imagina.

PRIMEIRO PASSO

Escolha com cuidado o tipo de vegetal que você irá plantar. Cada espécie precisa de um tipo de tratamento e possui um ciclo de crescimento próprio. Informe-se na hora de comprar as mudas e sementes e verifique se aquele tipo irá se adequar à sua horta.

COMO PLANTAR

Escolha vasos com profundidade
Forre o fundo com pedrinhas ou cacos de cerâmica
Fure o fundo
Acrescente terra ou substrato
Introduza a muda (sem destruir em volta da raiz)
Coloque terra adubada
Aperte com os dedos, sem compactar a superfície
Regue e deixe em local iluminado

COMO CUIDAR

Espaço
A horta pode ser iniciada em vasos ou pequenas bacias, mas preferencialmente deve ser montada em jardineiras. Para uma “horta interna”, é importante pensar no espaço que se tem à disposição: se for restrito, o uso de temperinhos é o mais indicado. Se tiver uma boa área, alface, rúcula, espinafre, cenoura, beterraba podem ser opções (até tomateiro também).

Luminosidade
A instalação deve ser perto de uma janela ou na sacada, para permitir boa luminosidade às plantas. O ideal é de três a quatro horas de sol por dia. As hortaliças precisam de mais sol do que alguns temperos.

Água
Cada planta tem suas necessidades próprias, de acordo com espécie, tamanho, habitat e estações do ano. No inverno, recomenda-se que as regas sejam mais espaçadas. Para avaliar a necessidade de rega de modo bastante simples, basta pressionar o solo com os dedos e sentir a umidade da terra.

Podas
Em geral, as podas são feitas com finalidades estéticas, de rejuvenescimento, para dar forma, controlar o crescimento da planta e estimular a floração e a frutificação.

Adubação
Adubo orgânico é o mais completo alimento para as plantas. O adubo químico geralmente tem somente NPK, isto é, nitrogênio, fósforo e potássio, que são os três principais, mas muito pouco daquilo de que as plantas precisam para crescer.

Controle de pragas
Se a sua horta atrair bichinhos em torno das plantas, pode ser um indicativo de qualidade ambiental, pois eles só aparecem em ambiente são. Se tiver praga atacando as suas plantas, é importante controlar para que ela não destrua a produção. Isto pode ser feito de forma manual ou com o uso de algumas fórmulas que também podem ser feitas em casa.

Com informações:
+ Zero Hora
+ Estágio Sítio dos Herdeiros
+ Eco D

Imagens:
+ Emendando
+ Renata Tilli

A casa e a rede: Claudio Oliver no TEDxTubarão

7 de fevereiro de 2014 | Publicado em Ligado na Rede

Claudio Oliver é agricultor urbano, empreendedor social, articulador da Casa da Videira – um experimento in situ que se propõe a explorar os limites e possibilidades do manejo de resíduos orgânicos por meio da agricultura e pecuária urbana regenerativa, do diálogo entre tradição e inovação — Mestre em Educação pela PUC-PR, especialista em formação humana não escolarizada, em pesquisa articulou uma profunda reflexão em torno da obra Ivan Illich, Tolstoy e Paulo Freire. Atua como professor no Curso de Gestão Ambiental da FEPAR.Coordena projetos de agropecuária urbana regenerativa envolvendo espécies tradicionais de plantas e animais em parceria com pesquisadores locais e nacionais.

+ Saiba mais sobre o TEDxTubarão

18 motivos para incentivar a agricultura urbana

17 de dezembro de 2013 | Publicado em Ligado na Rede

Por Claudia Visoni

Típico da nossa sociedade compartimentada, o viaduto é uma solução pontual e ineficiente para apenas um problema. Custa muito, em geral não resolve o congestionamento, mas consegue aniquilar a qualidade de qualquer espaço urbano. Uma horta comunitária em uma praça ou uma horta para comercialização nas zonas mais afastadas do centro representa o oposto: solução quase grátis, prazerosa e sistêmica para um montão de problemas. Senhores governantes: por que investir tanto em viadutos e tão pouco em agricultura urbana? Quando comecei a plantar comida na cidade só estava pensando no primeiro objetivo dessa lista. Aos poucos, fui descobrindo todos os outros.

BENEFÍCIOS AMBIENTAIS
1. Menos pressão sobre os recursos naturais – Cada pé de alface produzido no quintal ou na horta da esquina dispensa espaço no campo, transporte e embalagem. Na verdade, no caso da hortaliça-símbolo da salada, até o método de colheita muda: você só retira da planta as folhas que vai consumir naquele momento e ela continua produzindo por mais alguns meses. É urgente que as populações urbanas reduzam a demanda sobre os recursos naturais, pois as cidades hoje ocupam 2% da superfície terrestre mas consomem 75% dos recursos.

2. Combate às ilhas de calor – Áreas pavimentadas irradiam 50% a mais de calor do que superfícies com vegetação. Em São Paulo, a geógrafa Magda Lombardo constatou que a temperatura pode variar até 12 graus entre um bairro e outro. Não por acaso, a Serra da Cantareira e a região de Parelheiros são as mais frescas da cidade: é onde a vegetação se concentra.

3. Permeabilização do solo – Enchentes e enxurradas violentas são em parte resultado do excesso de pavimentação na cidade. E simples jardins de grama, onde o solo fica compactado, não absorvem tanta água quanto canteiros fofinhos das hortas.

4. Umidificação do ar – As plantas contribuem para reter água no solo e manter a umidade atmosférica em dias sem chuva.

5. Refúgio de biodiversidade – Nas hortas comunitárias recuperamos espécies comestíveis que se tornaram raras (como caruru, ora-pro-nobis, bertalha), plantamos variedades crioulas (as plantas “vira-lata” que têm maior variedade genética e por isso são mais resistentes às condições climáticas adversas) e atraímos uma rica microfauna, especialmente polinizadores como abelhas de diversas espécies, que estão em risco de extinção provavelmente pelo uso de agrotóxicos nas zonas rurais. Sou voluntária da Horta do Ciclista e testemunha de que as borboletas, joaninhas e abelhas aparecem em plena Avenida Paulista quando plantamos flores e hortaliças.

6. Redução da produção de lixo – Os alimentos produzidos localmente não só dispensam embalagens (que correspondem à maior parte do lixo seco produzido) como absorvem grande quantidade de resíduo orgânico na fabricação de adubo e até materiais de difícil descarte como pneus e restos de madeira, que são usados na delimitação de canteiros.

7. Adaptação às mudanças climáticas – A emissão descontrolada de gases do efeito estufa está tornando o clima mais instável e imprevisível, o que é péssimo para a produção de alimentos. A agricultura urbana tem sido considerada uma importante alternativa para a segurança alimentar e existem estudos indicando que cerca de 40% dos alimentos podem ser produzidos dentro das cidades. Saiba mais aqui.

BENEFÍCIOS URBANÍSTICOS
8. Conservação de espaços públicos –
Para explicar vou contar uma historinha: em 12 de outubro de 2012, quando fizemos o primeiro mutirão na Horta do Ciclista encontramos no local muito lixo, cacos de vidro e até fezes e seringa usada. A partir do momento que começamos a cuidar daquele canteiro, a população passou a respeitar. Não houve depredação nem mesmo durante as grandes festas e manifestações que têm acontecido na Avenida Paulista.

9. Redução da criminalidade – Uma horta necessita de cuidados diários e se torna um local muito visitado. Famílias com crianças pequenas gostam de freqüentá-las, assim como velhinhos, grupos de estudantes e um monte de gente bem intencionada em busca de uma canto pacífico na urbe. O clima comunitário naturalmente afasta quem está pretendendo cometer atos ilícitos. No Brasil ainda não há estimativas sobre isso, mas nos Estados Unidos vários estudos já foram feitos, alguns deles citados nesse artigo.

10. Vida local – Um dos problemas das grandes cidades, particularmente de São Paulo, é o excesso de deslocamentos numa malha viária sobrecarregada. A agricultura — seja ela praticada como forma de lazer, trabalho comunitário ou profissão — fixa as pessoas no território diminuindo a demanda por transporte.

11. Contenção da mancha urbana – Se há incentivo para a produção agrícola nas franjas das cidades e a atividade se combina com turismo rural, diminui a pressão para desmatar e lotear. Mas esse benefício a população e os agricultores não conseguem manter sem o apoio do poder público.

BENEFÍCIOS SOCIAIS E PESSOAIS
12. Renascimento da vida comunitária – As hortas promovem a integração entre pessoas de diferentes idades, origens e estilos de vida. Assim como os cachorros, são mediadores sociais muito eficientes. Não falta assunto quando há tanta coisa a admirar, tanta tarefa a compartilhar, tanta dica e receita a trocar.

13. Lazer gratuito – Plantar custa praticamente nada. É divertido, um bom pretexto para juntar os amigos e fazer um lanche comunitário e ainda dá para levar umas verduras para casa sem pagar.

14. Mais saúde – Agricultura é exercício e cada pessoa regula a intensidade. Do tai-chi-chuan contemplativo de joaninhas ao aero-power-enxadão, tem ginástica para todos os gostos. Além disso, mexer com a terra é terapia preventiva e curativa de depressão, ansiedade, adicção, sedentarismo, obesidade, entre outros problemas, sobretudo mentais. E nesse item tem até pesquisa brasileira para comprovar. A autora é Silvana Ribeiro, da Faculdade de Saúde Pública da USP.

15. Educação ambiental na prática – Ver de perto o desenvolvimento das plantas, da germinação à decomposição, é muito melhor e mais eficaz do que aprender sobre os ciclos da natureza numa sala de aula ou num livro. Além de uma universidade viva de botânica, as hortas são excelentes locais para estudar o ciclo da água e a microfauna, entre muitos outros temas.

16. Educação nutricional – Como na TV não passa anúncio de brócolis e abobrinha e o “estilo de vida moderno” afastou muitas famílias dos alimentos na forma natural, existem crianças hoje em dia nunca viram um pimentão ou uma cenoura. Para ter uma ideia dos riscos da alimentação industrializada para as próximas gerações, sugiro assistir o documentário Muito Além do Peso. Para ver como a agricultura urbana pode inverter esse jogo, sugiro ler American Grown (de Michelle Obama) e Edible Schoolyard (de Alice Waters). Ou simplesmente dar uma voltinha na horta comunitária mais perto de você.

17. Promoção da segurança alimentar – Nossos antepassados sabiam conseguir comida sem ter que comprar. Praticamente toda a humanidade era composta de camponeses. Esses conhecimentos foram sendo desprezados nas últimas décadas e, diante da perspectiva de crise econômica e ambiental, reavivá-los pode ser muito útil. Se você não gosta de conversa apocalíptica, favor voltar ao item anterior: segurança alimentar não é só ter o que comer, é também saber escolher os alimentos corretamente.

18. Integração agricultor/consumidor – Quem planta comida, mesmo que seja em três vasos no quintal, se torna curioso a respeito da origem dos alimentos que consome. E se sente irmanado aos agricultores: quer saber mais, tem vontade de visitar e apoiar os produtores, busca alimentos cultivados de forma mais justa e sem uso de fertilizantes químicos e agrotóxicos. Junto com as hortas urbanas que surgem nos bairros de classe média de São Paulo estão nascendo muitas conexões e até amizades com agricultores próximos da metrópole. Um ciclo virtuoso e nutritivo de cuidados mútuos.

PARA SABER MAIS
A cidadezinha de Tordmorden, na Inglaterra, ficou famosa porque tem hortas comunitárias em todos os cantos, até na delegacia e no cemitério. O pessoal de lá registrou dicas para quem quer replicar a experiência.
Aqui no Brasil, nós, do grupo Hortelões Urbanos, fizemos esse ROTEIRO COLABORATIVO PARA UMA HORTA COMUNITÁRIA:

1) Encontre um espaço disponível;
2) Procure parceiros;
3)Converse com os vizinhos;
4) Vá com a turma visitar as hortas comunitárias que já existem;
5) Junte os voluntários para desenhar e planejar a horta que será construída;
6) Consiga sementes, mudas, composto orgânico, enxadas, pazinhas de jardinagem, folhas secas, material para delimitar os canteiros e fazer plaquinhas;
7) Realize o primeiro mutirão;
8 ) Monte uma escala de trabalho para regas e manutenção;
9) Crie uma forma de contato para outras pessoas se comunicarem com o pessoal da horta (blog, e-mail, grupo no Facebook, o que preferirem);
10) Celebre a abundância e a solidariedade.

+ Imagem: Plante Cidades

Adel inicia projeto de agricultura urbana

16 de março de 2012 | Publicado em Ligado na Rede

A Adel iniciou em março as atividades do Projeto Empreendedorismo Juvenil e Agricultura Urbana Sustentável, financiado pelo Fundo de Juventudedo Programa das Nações Unidas de Assentamentos Humanos (UN-HABITAT) e Agência das Nações Unidas para os Assentamentos Humanos.

O Projeto Empreendedorismo Juvenil e Agricultura Urbana Sustentável tem como objetivo promover a inclusão socioprodutiva de jovens urbanos e periurbanos de Pentecoste e Apuiarés,enfatizando o empreendedorismo como uma alternativa qualificada para a criaçãode emprego e renda.

Uma das primeiras atividades do projeto é o curso Empreendedorismo em Agricultura Urbana que será realizado em parceria com a Escola Profissional de Pentecoste, a partir de abril. Após o curso os jovens participarão de um intercâmbio no Núcleo de Ensino e Pesquisa em Agricultura Urbana da UFC (NEPAU) e de um Seminário Regional sobre Empreendedorismo Juvenil e Agricultura Urbana Sustentável.

Ao final doprojeto, os jovens implantarão Unidades Produtivas de Agricultura Urbana com o apoio do Fundo de Apoio ao Empreendedorismo (FAE).

+ Saiba mais no blog da Adel

+ Imagem do site Geocaching

Livro mostra estudos de experimentos sobre hortas urbanas

13 de fevereiro de 2012 | Publicado em Ligado na Rede


O livro mostra diferentes formas de cultivo urbano em várias cidades dos Estados Unidos

O projeto iniciado em 2004 por uma equipe de pesquisadores da Embrapa Hortaliças (Brasília-DF),e resultou na publicação de três livros que relatam as experiências vivenciadas em torno da implantação de hortas urbanas – também chamadas de periurbanas ou comunitárias. “O objetivo principal dessas publicações foi contar a história dos projetos de hortas urbanas, abordando aspectos positivos e negativos, do ponto de vista econômico, social e ambiental”, resumiu a pesquisadora Flávia Alcântara, editora técnica das publicações, juntamente com a pesquisadora Marina Castelo Branco.

O terceiro livro, lançado no início de 2012, tem um ingrediente a mais, já que além da experiência no Brasil mostra diferentes formas de cultivo urbano de hortaliças em várias cidades dos Estados Unidos. “A pesquisadora Marina aproveitou o período em que precisou desenvolver um trabalho por lá e registrou sua passagem com fotos e relatos sobre o que presenciou, incluindo características sociais das pessoas envolvidas com as hortas”, observou.

Conforme explicita o pesquisador Ivan Sérgio de Sousa, que fez a apresentação do último volume da série, esse trabalho “traz estudos que focalizam a horticultura urbana e periurbana no estado de São Paulo, a experiência realizada por organizações não governamentais, a horta urbana em Santo Antônio do Descoberto (Distrito Federal), a segurança alimentar e nutricional do Submédio São Francisco e as hortas comunitárias nos Estados Unidos. Neste livro, a vivência de hortas comunitárias é estudada de forma a destacar não apenas suas caraterísticas próprias e distintivas, como também aqueles aspectos generalizáveis a outras experiências”.

Volumes I e II
No primeiro livro, lançado em 2007, é descrita a experiência de uma horta comunitária implantada, com apoio da Embrapa Hortaliças, em Santo Antônio do Descoberto, cidade goiana localizada a 50 km de Brasília. O segundo foi lançado em 2008 e aborda outras iniciativas similares conduzidas nas cidades do Novo Gama e Abadia de Goiás (GO) e Teresina (PI).

De acordo com Flávia Alcântara, o trabalho finalizado em 2012 disponibiliza a formuladores de políticas públicas resultados desses experimentos conduzidos pelos pesquisadores que podem servir para subsidiar programas de governo. “As iniciativas que procuram fomentar maior consumo de hortaliças na dieta alimentar dos brasileiros encontrarão nos três volumes importantes contribuições para desenvolver projetos nesse sentido”, exemplifica a pesquisadora.

Os interessados podem solicitar exemplares, com preço unitário de R$ 20,00, através do Serviço de Atendimento ao Cidadão (SAC) da Embrapa Hortaliças, pelo telefone (61)3385-9110 ou pelo correio eletrônico sac.hortaliças@embrapa.br

+ Via Anelise Macedo, Embrapa Hortaliças

Agricultura Urbana em Guarulhos

3 de fevereiro de 2012 | Publicado em Ligado na Rede

Confira o vídeo sobre o programa de Agricultura Urbana, Periurbana e Familiar (AUPF), na cidade de Guarulhos (SP). A iniciativa promove a agricultura no espaço urbano e incentiva pequenos produtores a melhorar suas práticas. O programa proporciona subsídios para que o produtor possa migrar do sistema convencional para o agroecológico.

Aos sábados, a iniciativa reúne 16 produtores em uma feira de produtos orgânicos na praça Praça IV Centenário. Frutas e hortaliças, além de café, ovos, queijos, pães, bolos, compotas, geleias, azeite e mel, produzidos sem adubos químicos e sem conservantes são alguns dos produtos oferecidos pelos feirantes.

Dia de campo na TV – hortas comunitárias urbanas [vídeo]

30 de novembro de 2011 | Publicado em Ligado na Rede

Encontramos esta reportagem bem interessante da Videoteca Embrapa sobre hortas comunitárias urbanas. Confira!

Uma horta urbana com vista panorâmica

20 de outubro de 2011 | Publicado em Ligado na Rede

Localizado no terraço de um armazém de 1919, a “fazenda” orgânica Brooklyn Grange, no distrito de Queens, em Nova Iorque, é um dos maiores projetos de hortas urbanas em tetos do mundo. Com quase 1 mil metros quadrados, o projeto foi implementado por um grupo de arquitetos do Bromley Caldari.

O objetivo do projeto é aproximar os moradores da região do conceito de agricultura urbana, oferecendo produtos de qualidade e conhecimento sobre cultivo, produção e comercialização de alimentos orgânicos em uma das regiões mais densamente povoadas do planeta.

Mesmo sendo uma iniciativa privada, a Brooklyn Grange está aberta ao público e recebe escolas, famílias e voluntários para visitas e oficinas. A ideia dos arquitetos é expandir o projeto para mais “tetos” de Nova Iorque, no intuito de melhor aproveitar espaços urbanos inutilizados.

A fazenda produz cerca de 40 alimentos orgânicos como tomate, pimentão, erva-doce, couve, acelga, vários tipos de feijão, beterrabas, cenouras, entre outros. A produção é vendida diretamente em feiras na vizinhança e também para restaurantes locais.