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Tem “alemoa” na Bahia!

10 de setembro de 2010 | Publicado em Intercâmbio da Juventude Rural Brasileira

Cristiana Rehbein, do município de Candelária (RS), está representando o Cedejor – e o Rio Grande do Sul! – na sexta etapa do III Intercâmbio da Juventude Rural Brasileira. Como o povo do Sul diz, a pequena “alemoa” está fazendo sucesso na Região do Sisal, compartilhando com os jovens da região um pouco das tradições gaúchas.

A família da Cris é de origem germânica e o alemão é falado fluentemente entre ela e seus familiares. Imaginem o alvoroço que está sendo a passagem da jovem pelo município de Retirolândia! Todo mundo quer ouvir e aprender a falar!

“Está sendo tudo divertido e interessante! Cabe a mim deixar na Bahia um pouco da cultura do meu povo e, claro, também levar muitas ideias para o meu município, como os coletivos de jovens e as experiências que estou tendo na área de comunicação, através da Agência Mandacaru“, comemora Cristiana.

Imagens de Floripa

27 de agosto de 2010 | Publicado em Intercâmbio da Juventude Rural Brasileira

Confiram as belas imagens feitas pelo Marcos Gaspar, coordenador da III Intercâmbio, no início da quinta etapa – no Cedejor -, em Florianópolis.


Gostou das imagens? Confira também outras fotos da Rede Jovem Rural na nossa página no Flickr!

O que é o Cedejor?

26 de agosto de 2010 | Publicado em Intercâmbio da Juventude Rural Brasileira

Saiba um pouco mais sobre as instituições que estão participando do III Intercâmbio da Juventude Rural Brasileira.

O Centro de Desenvolvimento do Jovem Rural (Cedejor) é fruto de um processo de mobilização e de debates no Vale do Rio Pardo (RS), que envolveu lideranças do meio rural, representantes da sociedade civil organizada, do Instituto Souza Cruz, da academia e dos poderes públicos que deliberaram para a implementação de programas e projetos direcionados à juventude rural.

É uma associação civil, sem fins lucrativos, criada em 2001 e reconhecida como Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP). Está presente nos três estados do sul do Brasil, atingindo aproximadamente 45 municípios. Desenvolve ações nos territórios Vale do Rio Pardo; Encostas da Serra Geral (SC); e Centro-Sul do Paraná. A gerência-executiva localiza-se em Florianópolis (SC).

Os principais objetivos e linhas de atuação são: promover ações sociais, educacionais e culturais que contribuam para a sustentabilidade e a melhoria da qualidade de vida nas regiões onde atua. Para consecução desses fins a instituição se propõe a desenvolver processos educativos participativos que busquem a formação do jovem rural que permitam a gestão de alternativas voltadas ao desenvolvimento econômico e social integrado e sustentável das comunidades rurais.
+ Visite o site do Cedejor e saiba mais sobre as ações desenvolvidas pela organização!

Mapa da quinta etapa

24 de agosto de 2010 | Publicado em Intercâmbio da Juventude Rural Brasileira

Localize-se! Saiba onde estão os núcleos do Cedejor – com atuação nos três estados do Sul do Brasil – e  veja os locais para onde os jovens da quinta etapa do III Intercâmbio da Juventude Rural Brasileira estão indo!


Visualizar Cedejor em um mapa maior

Quem vai para a quinta etapa – Cedejor

24 de agosto de 2010 | Publicado em Intercâmbio da Juventude Rural Brasileira

O Intercâmbio permanece no Sul do Brasil e a quinta etapa já começou! O grupo chegou no domingo, em Florianópolis (SC), e depois das boas-vindas e abertura da etapa, irá se dividir entre os três núcleos do Cedejor: Vale do Rio Pardo (RS), Encostas da Serra Geral (SC) e Centro-Sul do Paraná. Veja que está participando da etapa:

- Rosiane Viana Arruda (Arcafar-AM)
- Taciane de Oliveira Cardoso (Arcafar-AM)
- Wirllem  Brito Nunes (Arcafar-AM)
- Joel Sacomori (Arcafar-Sul)
- Andreson Biason (Arcafar-Sul)
- José Carlos dos Santos (DIS Baixo Sul)
- Antonia Lopes (Escola da Floresta)
- André Monteiro (Escola da Floresta)
- Edmo Besse Ramos (Mepes)
- Everson Elias Pontini Feorin (Mepes)
- Jussara Barros Pereira (PAER)
- Nerivando Texeira (PAER)
- Simone da Silva Alves (Serta)
- Marcelo Souza de Oliveira (Serta)

Quintais Orgânicos de Frutas

30 de julho de 2010 | Publicado em Ligado na Rede

Uma parceria entre o Cedejor e a Embrapa traz os primeiros quintais orgânicos de frutas para o território do Vale do Rio Pardo (RS). Os primeiros insumos dos dois quintais já chegaram e, em agosto, serão plantadas as mudas das frutíferas.

O projeto privilegia técnica e os princípios da produção orgânica, buscando contribuir para a segurança alimentar e ambiental de comunidades carentes em áreas rurais e urbanas. O projeto aborda questões culturais (resgate da tradição de ter-se um pomar caseiro no quintal), étnicas (envolve a diversidade do povo brasileiro), ambientais (auxilia na preservação de espécies frutíferas nativas e animais silvestres), alimentares (fornecimento de frutas e seus subprodutos para os beneficiários durante os 12 meses do ano), econômicas (frutas excedentes são transformadas em sucos concentrados, geléias, doces ou vendidas in natura, possibilitando a geração de renda) e medicinais (frutas, suas partes ou das plantas podem ser utilizadas na prevenção ou combate a algumas enfermidades).

A escolha dos jovens foi de acordo com os projetos desenvolvidos e suas famílias. Ivan Clério Rodrigues da Silva, da turma 7 do Cedejor, foi um dos selecionados. A família já produz pêssegos em sistema orgânico, e pretende ampliar o pomar. Outro pomar também será implantado na propriedade do jovem egresso Alison Boeck, que produz hortaliças em sistemas orgânicos.

Cada quintal é constituído de cinco mudas de, pelo menos, 12 espécies de frutas, escolhidas em função de suas características nutricionais e medicinais e por se adaptarem bem aos solos e ao clima da região de Clima Temperado.

São utilizadas as seguintes espécies: pêssego, figo, laranja, amora-preta, cereja do Rio Grande, araçá, goiaba, caqui, pitanga, romã, tangerina e limão. Outras espécies de frutas nativas também passam a integrar o projeto, entre as quais guabijú, araticum, uvaia, jabuticaba e guabiroba. A proposta do Cedejor é ampliar esta parceria com a Embrapa para o próximo ano, contemplando outras famílias com os quintais orgânicos.

+ Contribuição do educador Rodrigo Sasso Rodrigues, do Cedejor.

Fontes: Cedejor e Embrapa Clima Temperado.

Acolhida na Colônia no programa Brasileiros

5 de julho de 2010 | Publicado em Ligado na Rede

No próximo dia 08 de julho, às 23h20, o Programa Brasileiros (Rede Globo) vai apresentar a experiência da Acolhida na Colônia, associação catarinense, com sede em Santa Rosa de Lima.

A Acolhida é um importante parceiro do Instituto Souza Cruz e do Cedejor, no território das Encostas da Serra Geral. Muitos dos  jovens, filhos dos associados, passam pela formação do Programa Empreendedorismo do Jovem Rural (PEJR), do Instituto Souza Cruz, implementado na região, em parceria com o Cedejor.

Criada em 1998 por um grupo de agricultores, a Acolhida na Colônia nasceu com o objetivo de valorizar o modo de vida no campo através do agroturismo. O programa chegou ao Brasil com a engenheira agrônoma, Thaise Guzzatti. Em 1997, ela foi convidada pelo Cepagro para um estágio na França. O contato feito com a rede Accueil Paysan resultou em um acordo de cooperação e, hoje, a Acolhida funciona como uma filial da proposta francesa.

“A idéia era buscar soluções que pudessem ser aplicadas na nossa região. O trabalho seguinte foi adaptar o conceito a ser desenvolvido. Atualmente, somos a experiência mais bem sucedida fora da França”, explica Thaise.

Assim, agricultores familiares associados abrem suas casas para turistas que buscam uma experiência legítima do modo de vida do campo. A programação inclui hospedagem aconchegante, a tradicional fartura da culinária colonial, conversas na beira do fogão de lenha e variados passeios, como trilhas, rafting e caminhadas ecológicas.

- Leia o artigo “Turismo que Promove o Campo”, sobre a Acolhida na Colônia.
- Conheça também a experiência dos Quartos Coloniais Vandresen

Descobrindo um novo sertão

5 de maio de 2010 | Publicado em Vivência Profissional

Rodrigo Sasso

   “Nestes dias intensos de Vivência Profissional, estou descobrindo um novo sertão, cheio de vida e água. De pessoas fortes que fazem parte da caatinga, e entendendo isto, desenvolvem tecnologias para sua permanência, convivendo em harmonia com o seu lugar. Levo para o Rio Grande do Sul, para o Cedejor, mais que as tecnologias de uso da água ou produção de alimentos. Levo o sentimento sertanejo de amor ao sertão, ao semiárido, da luta na defesa da sua cultura e sua identidade de jovens rurais”. 

- Rodrigo Sasso, educador do Cedejor, participante da etapa pernambucana da Vivência Profissional

Articulação Juvenil

29 de abril de 2010 | Publicado em Vivência Profissional

Confira o depoimento de dois educadores que estão participando da segunda etapa da Vivência Profissional, na região sisaleira baiana, sede do MOC.

No Território Caminhos do Tibagi, nós temos essa demanda de organizações juvenis e os jovens da turma do PEJR, a partir desse foco, estão sendo estimulados a participar de conselhos regionais. Aqui na região sisaleira, a moçada tem uma articulação de base muito forte, por isso pretendo levar algumas destas ferramentas para articular melhor a juventude do meu território.
- Hevertton Rosa, educador da turma do PEJR no Território Caminhos do Tibagi (PR).

Estamos encantados com as ações do MOC. O que mais me chamou a atenção foi a participação dos jovens, reflexo da cultura da região e da formação da entidade, que desenvolve o projeto de vida do jovem como um projeto de sociedade, e possui ferramentas para multiplicar estes ensinamentos. Vou levar estas experiências para fomentar os coletivos juvenis no Cedejor.
- Luciano Phillipi, educador do Cedejor.

Visite o site do Instituto Souza Cruz e saiba mais sobre a segunda etapa da Vivência Profissional!