Posts com a Tag ‘agroecologia’

Próxima parada: Pernambuco!

13 de julho de 2016 | Publicado em Intercâmbio da Juventude Rural Brasileira

inter2

Pernambuco é um dos estados participantes do VI Intercâmbio da Juventude Rural Brasileira! Entre os dias 23 e 30 de julho, um grupo de onze jovens rurais de diferentes localidades do país conhecerá a realidade rural zona da mata pernambucana. A iniciativa é uma ação da Rede Jovem Rural, coordenada pelo Instituto Souza Cruz.

Os jovens serão recebidos pelo Serviço de Tecnologia Alternativa (Serta), referência nacional em Agroecologia e Educação do Campo. Os visitantes desembarcarão em Recife e, logo depois, seguirão para a sede da organização, no município de Glória do Goitá.

No período de uma semana, os intercambistas participarão de atividades culturais, visitas técnicas e passeios turísticos, entre outras ações. O Serta desenvolve diversas ações, como a propriedade modelo chamada Unidade Pedagógica Permacultural de Observação (Uppo).

Os participantes também pernoitarão nas casas de agricultores familiares, tendo um contato mais próximo com o dia a dia da região. No retorno para seus estados de origem, poderão adaptar esses conhecimentos às suas realidades.

O Intercâmbio a 55 jovens do campo a oportunidade de conhecer diferentes realidades rurais. Seis estados e seis organizações não-governamentais que investem em projetos de Educação do Campo apoiam a ação. A iniciativa, dividida em cinco etapas, segue até novembro. Os estados participantes são: Pernambuco, Bahia, Santa Catarina, Paraná, Espírito Santo e Rio de Janeiro.

Além do Instituto Souza Cruz, a Rede Jovem Rural é formada pela ARCAFAR/SUL, CEDEJOR, MEPES, MOC e SERTA. Além destas, o Ibelga, que oferece ensino formal a jovens rurais da serra fluminense, foi convidado para integrar a iniciativa.

+ Imagem: Andrea Guedes.

Animação ensina agroecologia e alimentação de um jeito divertido

29 de abril de 2016 | Publicado em Ligado na Rede

A animação Comida que Alimenta é uma realização do Centro Sabiá, vinculado ao projeto “Trabalho, Renda e Sustentabilidade no Campo”, e busca fortalecer as experiências de agricultura agroflorestal de base agroecológica na Zona da Mata Sul de Pernambuco.

sabia

A vídeo traz, de maneira lúdica e criativa, um forte componente de agregação de valor à produção da agricultura familiar desse território, com a instalação de Unidades de Beneficiamento de frutas e de mel, para atender principalmente as compras do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE), e o mercado turístico da região, fortalecendo também a estratégia de comercialização direta entre produtores e consumidores através de feiras agroecológicas.

. . .

Roteiro: Centro Sabiá
Direção e Animação 2D: Ianah Maia
Direção de Arte: Ianah Maia e Débora Cabral
Trilha Sonora: Filipe Barros e Rogério Samico
Desenho de Som e Mixagem: Rogério Samico
Vozes: Ianah Maia e Rogério Samico.

Redes auto-sustentáveis – Alimentos agroecológicos no litoral norte do RS [vídeo]

8 de abril de 2013 | Publicado em Ligado na Rede

No litoral norte do Rio Grande do Sul, agricultores agroecológicos produzem alimentos agroflorestais, vedem para a merenda escolar e comercializam em feiras e mercados próximos. São produtos saudáveis que contribuem para a preservação do meio ambiente e o incentivam o consumo consciente.

+ Um vídeo de Júlia Aguiar e André de Oliveira.

Práticas Agroecológicas [download]

13 de março de 2013 | Publicado em Ligado na Rede

A ONG Ação Nascente Maquiné (ANAMA), do Rio Grande do Sul, disponibiliza em seu site a cartilha Práticas Agroecológicas na Agricultura Familiar. A publicação aborda algumas práticas e técnicas que podem auxiliar pequenos agricultores a trabalharem de forma sustentável, com geração de renda e com mais qualidade de vida.

+ Faça o download da cartilha aqui.

3 Mitos Sobre Agroecologia [vídeo]

7 de março de 2013 | Publicado em Ligado na Rede

SENSACIONAL este vídeo “3 Mitos Sobre Agroecologia (mas ninguém teve coragem de negar)”! Trata-se de uma parceria entre a Articulação Nacional de Agroecologia (ANA) e a Campanha Cresça, da Oxfam.

Marcos Palmeira fala sobre agroecologia [vídeo]

14 de janeiro de 2013 | Publicado em Ligado na Rede

O ator e produtor Marcos Palmeira fala sobre a produção agroecológica de alimentos. Confira:

Cartilha sobre adubação verde e compostagem

8 de janeiro de 2013 | Publicado em Ligado na Rede

A “Cartilha sobre adubação verde e compostagem”, lançada pelo Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural (Incaper) em 2008, discorre sobre agroecologia e os princípios ecológicos utilizados para nortear o desempenho das atividades agrícolas, visando a sustentabilidade nos mais diversos campos.

A publicação, organizada por Edegar Antonio Formentini, coordenador de Agroecologia do Incaper, explica que uma agricultura capaz de fazer bem ao homem e ao meio ambiente precisa adotar algumas práticas, como a compostagem e a adubação verde, consideradas carros-chefes do processo produtivo. A cartilha relaciona e descreve diversas leguminosas utilizadas para adubação verde, técnica que se reafirma como alternativa mais benéfica, ecológica e econômica em comparação à adubação química.

+ Faça o download da Cartilha sobre adubação verde e compostagem do Incaper

Com informações do blog Estágio Sítio dos Herdeiros

Cúpula dos Povos em defesa da Agroecologia

25 de junho de 2012 | Publicado em Ligado na Rede

Terminou na semana passada, no Aterro do Flamengo, no Rio de Janeiro, a Cúpula dos Povos na Rio+20 por Justiça Social e Ambiental. Foram nove dias de debates com o objetivo de denunciar as causas da crise socioambiental, apresentar propostas de soluções práticas e fortalecer movimentos sociais do Brasil e do mundo.

As organizações que compõem a Campanha Por um Brasil Ecológico, Livre de Transgênicos & Agrotóxicos participaram de diversas atividades na Cúpula e contribuíram para a construção das propostas que compõem os seus documentos finais.

Com relação ao tema central da Campanha, tiveram destaque entre as causas estruturais da crise socioambiental e as falsas soluções propostas para o seu enfrentamento as seguintes constatações:


– Das 33 plantas transgênicas liberadas até hoje no Brasil, 24 foram desenvolvidas para tolerar a aplicação de agrotóxicos. Assim, os transgênicos são também responsáveis pelo fato de o Brasil ser hoje o campeão mundial no uso de venenos agrícolas;

– Os transgênicos não promovem o combate à fome, mas sim a concentração da cadeia produtiva. Assim como os outros cultivos já liberados, o feijão transgênico, bem como a soja e o milho tolerantes à aplicação do herbicida 2,4-D, constituem falsas soluções para a agricultura e a segurança alimentar.

– A falha no cumprimento das metas das convenções ambientais tem estrita relação com a ausência de mecanismos internacionais vinculantes de responsabilidade e reparação por danos;

– A suposta análise de biossegurança feita pela CTNBio não respeita a legislação nacional de biossegurança;

– Os estudos que embasam os pedidos de liberação comercial de transgênicos e, consequentemente, a avaliação de risco da CTNBio, são feitos pelas próprias empresas de biotecnologia – ou seja, não há isenção nesta análise de risco.

Diversas propostas relacionadas aos transgênicos e aos agrotóxicos foram aprovadas na Plenária 3 da Cúpula, que debateu a questão da Soberania Alimentar. Entre elas, destacam-se:

– A agroecologia é o nosso projeto político para a transformação dos sistemas de produção de alimentos. É importante que sigamos fortalecendo as alianças entre as organizações do campo e da cidade, em especial promovendo a agricultura urbana e periurbana;
– A recuperação e valorização da cultura alimentar tradicional baseada em produtos naturais que sejam saudáveis é um imperativo para a construção de uma sociedade sustentável;

– Lutamos para que as políticas e leis protejam, preservem e recuperem as sementes crioulas e nativas. Também buscamos que se estimulem as práticas tradicionais de troca, seleção e venda realizadas pelos agricultores familiares, povos indígenas e tradicionais;

– Exigimos que TODAS as compras públicas de alimentos provenham de fontes agroecológicas e que sejam retirados TODOSos subsídios para os fertilizantes químicos e os agrotóxicos;

– Os mecanismos governamentais de compra e distribuição de sementes DEVEM respeitar as formas tradicionais de organização local da agricultura familiar camponesa, indígena e de povos tradicionais. Deve-se estimular a conservação e o armazenamento de sementes através das “casas de sementes”;

– Demandamos que a FAO e os governos em todos os níveis apoiem os sistemas de produção agroecológica;

– Exigimos que todos os países ratifiquem o Protocolo de Nagoya – Kuala Lumpur, Suplementar ao Protocolo de Cartagena, que diz que as empresas que produzem transgênicos devem ser responsabilizadas criminal e financeiramente por seu impacto sobre a saúde e o meio ambiente;

– Chamamos as Nações Unidas para que estabeleçam um mecanismo de avaliação e realizem um processo de avaliação de riscos das novas tecnologias como a nanotecnologia, a geoengenharia e a biologia sintética. E EXIGIMOS que até a sua conclusão se declare uma moratória às mesmas. A sociedade civil não deve confiar plenamente na ONU e DEVE conduzir uma investigação independente paralela sobre as consequências dessas tecnologias;

– Exigimos a proibição total dos transgênicos e uma condenação especial às sementes Terminator; neste caminho, EXIGIMOS uma moratória à liberação do milho e da soja resistentes ao agrotóxico 2,4-D;

– Lutamos pela criação de territórios livres de transgênicos, em especial nos lugares de origem das culturas agrícolas, até que consigamos um planeta livre de transgênicos;

– Para o Brasil, exigimos uma moratória do milho transgênico MON810 e a democratização da CTNBio (Comissão Técnica Nacional de Biossegurança); por meio do equilíbrio de sua composição, da transmissão ao vivo de suas seções e da inclusão dos impactos sociais e ambientais em suas avaliações de risco.


A íntegra das propostas aprovadas nas cinco plenárias de convergência da Cúpula dos Povos, que foram apresentadas na Assembleia dos Povos realizada na tarde de 21 de junho, está disponível na página eletrônica da Cúpula.

+ Via AS-PTA

Agroecologia Política na Rio+20

20 de junho de 2012 | Publicado em Ligado na Rede

A ONG Agricultura Familiar e Agroecologia (AS-PTA) lançou uma edição especial do seu boletim, Agroecologias, com o tema “Agroecologia Política na Rio+20″. A publicação traz artigos, entrevistas e reportagens, abordando temas como segurança alimentar, mudanças climáticas e agricultura sustentável.

+ Visite o site da AS-PTA e faça o download da revista Agriculturas

A questão agrícola na Rio+20

5 de junho de 2012 | Publicado em Ligado na Rede

Em recente artigo publicado no jornal Le Monde Diplomatique, Jean Marc von der Weid, coordenador do Programa de Políticas Públicas da AS-PTA Agroecologia e Agricultura Familiar, fala sobre a falta de espaço para o debate acerca da questão agrícola na programação doa Rio+20.

“O documento base da Rio+20, produzido pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (UNEP), não dá à agricultura o lugar central que deveria ocupar no debate, além de abster-se de constatar os problemas os problemas provocados pelo modelo de desenvolvimento agrícola dominante no mundo, conhecido como agricultura industrial.”

+ Visite o site da ANA e confira o artigo na íntegra