Posts com a Tag ‘agricultura familiar’

Concurso quer premiar boas práticas na agricultura familiar

18 de março de 2016 | Publicado em Ligado na Rede

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Agricultores familiares de países da América do Sul têm até o dia 31 de março para fazer a inscrição no II Concurso de Boas Práticas. O objetivo é premiar e divulgar experiências positivas que melhoraram a qualidade de vida dos produtores, da comunidade rural local e do meio ambiente. A iniciativa é da XXV Reunião Especializada sobre Agricultura Familiar do Mercosul (Reaf) e do Programa Regional Fida Mercosul/Centro Latino-americano de Economia Humana (CLAEH).

Os critérios do concurso e o formulário de inscrição estão disponíveis no site do Programa Regional FIDA Mercosul.

Na ficha de inscrição eletrônica deverá ser feito um breve resumo do projeto. A partir daí, serão selecionadas as duas melhores experiências de cada categoria, que apresentarão seus projetos na próxima Reunião Especializada Sobre Agricultura Familiar do Mercosul (Reaf), no Uruguai. Não há taxa de inscrição.

Quem pode participar
Podem participar agricultores familiares dos países onde estão as regionais do programa, Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Paraguai, Uruguai, Venezuela e Equador.

Projetos
Os projetos podem concorrer em apenas uma das quatro categorias previstas: Associativismo para Crescer; Juventude em Ação; Inovação Tecnológica/Tecnologias Apropriadas; e Perspectiva de Gênero. Serão dois prêmios para cada categoria, sendo que o primeiro lugar receberá US$ 2 mil e o segundo US$ 1 mil.

Também serão selecionadas entre todas as experiências inscritas, quatro que receberão distinção em uma das seguintes áreas: agroecologia; compras públicas; eficiência na luta contra a pobreza rural; e desenvolvimento comunitário. Para participar, o projeto não pode ter concorrido na primeira edição do concurso, deve existir pelo menos há seis meses e estar ainda em funcionamento na data da competição.

Os critérios que serão avaliados pelos jurados são os seguintes: Antecedentes e história do empreendimento; Qualidade em termos de boas práticas agrícolas; Marketing e comercialização; Inovação, criatividade e capacidade de ser replicado; Sustentabilidade ambiental e da experiência; Inserção e impacto na condição de vida das pessoas e no desenvolvimento local; Inclusão (gênero, idade, renda, condição física); Destaque e promoção de experiências relacionadas à agroecologia e a atividades relacionadas a compras públicas.

Com informações do site do MDA.

Financiamento para pequenos e médios produtores rurais [download]

10 de junho de 2015 | Publicado em Ligado na Rede

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A Rede Brasileira do Pacto Global e o CEBDS lançaram no final do ano passado a publicação “Financiamento para pequenos e médios produtores rurais”, dedicada a pequenos e médios agricultores. O estímulo a essa atuação partiu do Pacto Global das Nações Unidas, que em 2014 lançou os Princípios Empresariais para Alimentos e Agricultura (PEAA), após um processo amplo e inclusivo de consultas com mais de mil empresas, agências da ONU e organizações da sociedade civil comprometidas com o tema.

+ Faça o download da publicação aqui.

Alinhado com esses Princípios, em especial ao de nº 04, que é o de “Respeitar os direitos humanos, criar trabalho digno e ajudar as comunidades rurais a prosperarem”, o material visa levar opções de financiamentos sustentáveis para que o pequeno e médio produtor rural brasileiro não só melhore de vida, mas que também possa buscar uma mudança no seu modelo produtivo.

A mudança no modelo produtivo vem ao encontro do Princípio de nº 02, que é o de “Ser ambientalmente responsável”, e se faz necessário em um mundo onde se observa o agravamento de eventos como crises hídricas e energéticas, eventos climáticos extremos e insegurança alimentar com uma população mundial em franca expansão. Os Princípios oferecem uma estrutura completa para que empresas colaborem com governos, sociedade civil e Nações Unidas no enfrentamento do desao da crescente demanda global por alimentos e sistemas de segurança alimentar e agricultura sustentável.

Gestão da Água Rural: Terraceamento

24 de abril de 2015 | Publicado em Ligado na Rede

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Dando continuidade à série Gestão da Água Rural, a Rede apresenta hoje o sistema de terraceamento, prática importante para a reduzir a erosão causada pela água da chuva e, ao mesmo tempo, promover a sua infiltração no solo.

As águas que saem das lavouras transportam os insumos aplicados no plantio e durante o desenvolvimento das culturas, como adubos químicos, dejetos de animais e agrotóxicos. A consequência é o comprometimento da qualidade da água, com riscos para a saúde das pessoas e dos animais.

Quando a água da chuva se infiltra no solo, em vez de escorrer pela superfície e causar erosão, é purificada, uma vez que o solo tem o poder de retirar da água os contaminantes vindos dos adubos, dejetos e agrotóxicos. Assim, ao penetrar no solo, a água ficará disponível por mais tempo para as plantas e também irá abastecer, com qualidade e por um período mais longo, as nascentes e rios.

Por outro lado, tem-se observado que as chuvas estão ocorrendo com elevada intensidade, e os períodos de estiagem têm sido mais frequentes e prolongados. Tal quadro reforça a necessidade de ações que consigam reter a água da chuva, de forma que ela permaneça no interior do solo o maior tempo possível, beneficiando, assim, o agricultor e a sua família.

Para reduzir a erosão causada pela água da chuva e, ao mesmo tempo, promover a sua infiltração no solo, duas práticas (aliadas a outras, como cobertura do solo, rotação de culturas etc.) são muito importantes: o terraceamento e o plantio em nível.

O primeiro tem importante função no controle da erosão porque consegue “quebrar” a velocidade das enxurradas, colaborando, assim, para a infiltração da água. Além disso, serve de orientação ao produtor na realização do plantio em nível, uma prática de uso histórico na agricultura. O terraceamento também contribui para reduzir as perdas dos nutrientes das lavouras.

Existem orientações específicas para o cálculo do espaçamento entre os terraços e a sua dimensão, conforme o sistema de produção adotado pelo produtor, tipo de solo, declividade, intensidade e erosividade das chuvas, manejo dos restos culturais etc.

Para ter acesso a estas orientações, procure a assistência técnica do seu município.

Na próxima semana, a Rede Jovem Rural apresentará o passo a passo da tecnologia de proteção de nascentes à base de solo-cimento. Aguarde!

Série Gestão da Água Rural

15 de abril de 2015 | Publicado em Ligado na Rede

gestão da água rural

A crise hídrica, que vem assolando algumas regiões do Brasil, tem colocado em xeque a utilização racional desde recurso, sobretudo, na agricultura. Você sabia que para produzir, por exemplo, um quilo de milho são gastos 900 mil litros de água, segundo a UNESCO? Números como esse mostram a urgente necessidade de adoção de tecnologias e sistemas aptos a evitar o desperdício de água na produção agrícola.

Para difundir boas práticas capazes de auxiliar os agricultores familiares na boa gestão da água, a Rede Jovem Rural lança hoje uma série de técnicas sustentáveis, que podem ser facilmente adotadas na propriedade rural.

As experiências desta série foram extraídas da cartilha Gestão de recursos hídricos em propriedades rurais, lançada em 2012 pelo Instituto Souza Cruz e produzida em parceria com a Área de Meio Ambiente/Recursos Naturais do Instituto Paranaense de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater).

O plantio direto é a primeira tecnologia lançada pela Rede Jovem Rural. Confira!

plantio direto

O sistema de plantio direto tem como principais fundamentos a mobilização mínima do solo (apenas na operação de plantio), a rotação de culturas e a proteção da superfície do solo pelas culturas e pelas restevas (restos de folhas e caules que são deixados no campo após a colheita).

É o melhor sistema para a conservação dos recursos naturais, uma vez que promove redução expressiva das perdas de solo, eleva os níveis de matéria orgânica e de umidade.

Requisitos para implantação de um plantio direto:

a) O produtor deve estar consciente e predisposto a aceitar uma nova forma de manejar os recursos naturais, como o solo e a água, em sua propriedade.

b) Para iniciar este sistema, é necessário que o produtor rural tenha implantado em sua lavoura práticas de controle da erosão – como o terraceamento corretamente dimensionado para a condição de plantio direto – e a integração das estradas com a lavoura. Também é importante que ele realize as operações de mecanização, especialmente o plantio em nível.

c) Dispor de assistência técnica especializada.

d) Eliminar a compactação do solo, sistematizar as áreas que apresentem sulcos de erosão, eliminar as plantas daninhas de difícil controle e recuperar as áreas quimicamente degradadas. Considerar que a não correção dos problemas mencionados resultará em demora para que os efeitos benéficos do plantio direto se manifestem.

e) Utilizar máquinas e equipamentos adequados ao sistema de plantio direto, particularmente a semeadora, bem como evitar operações em condições de excessiva umidade.

f) Não queimar os restos culturais, pois a palha representa cobertura e adubo para o solo, além de evitar erosão.

g) Para as culturas destinadas à cobertura do solo, utilizar espécies que promovam boa proteção da área e alta produção de palhada. A época e a forma correta de manejo destas culturas e palhada é fundamental.

h) Evitar o plantio continuado de uma mesma cultura na mesma área.

i) Programar um esquema de rotação de culturas, uma vez que essa prática assume um papel muito importante na viabilização do plantio direto, principalmente em relação ao controle de doenças e plantas daninhas.

J) Produção de palha para a proteção do solo e melhoria do manejo da fertilidade do mesmo.

Na próxima semana, a Rede Jovem Rural ensinará a fazer um sistema de terraceamento, prática importante para a reduzir a erosão causada pela água da chuva e, ao mesmo tempo, promover a sua infiltração no solo. Aguarde!

+ Imagem do plantio direto: Secretaria de Agricultura e Abastecimento de São Paulo.

MMA lança cadernos de educação ambiental e agricultura familiar

26 de março de 2015 | Publicado em Ligado na Rede

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O Programa de Educação Ambiental e Agricultura Familiar (PEAAF), do Ministério do Meio Ambiente (MMA), lançou um novo pacote de materiais que traz o contexto, histórico, conceitos, estratégias pedagógicas da iniciativa, além de um guia metodológico das oficinas da iniciativa.

Foram impressos 3 mil exemplares que servirão que serão utilizados nas novas ações do MMA e também serão enviados para estados prioritários onde o PEAAF está presente e para parceiros do programa.

+ As publicações também estão disponíveis para download no site do MMA.

O primeiro caderno explica que o PEAAF é um programa de educação ambiental destinado ao público envolvido com a agricultura familiar. O objetivo é desenvolver ações educativas que busquem a construção coletiva de estratégias para o enfrentamento da problemática socioambiental rural. A publicação aborda os princípios e diretrizes do programa, o público-alvo, o processo educativo, as linhas de ação, articulações e parcerias e ações de monitoramento e avaliação. 

Já o Caderno Conceitual do PEAAF aprofunda a proposta pedagógica do programa, abordando a questão histórica, as temáticas principais, estratégias para o desenvolvimento de processos formativos e educação a distância.

A terceira publicação é o guia metodológico de oficina do PEAAF. O guia traz o passo a passo das oficinas e da elaboração do plano político pedagógico de educação ambiental na agricultura familiar no estado ou território, visando auxiliar gestores públicos e demais parceiros na realização das oficinas de planejamento do programa.

Brasileira ganha concurso de desenho sobre agricultura familiar da FAO

18 de março de 2015 | Publicado em Ligado na Rede

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Cerca de quatro mil crianças de 16 países da América Latina e Caribe participaram do concurso “Alimentar o mundo, cuidar do planeta: Desenhando a Agricultura Familiar”. Destas, apenas cinco estão entre as ganhadoras do concurso, promovido pela FAO em comemoração ao Ano Internacional da Agricultura Familiar 2014.

Entre os premiados está a brasileira Yanca Rodriguez Pereira, aluna da Associação Beneficente Cidade Colômbia, localizada no município de Colômbia, no interior de São Paulo.

Cerca de quatro mil alunos de 300 escolas participaram do concurso. Além da brasileira Yanca, também foram premiados os desenhos de Danna Camila do México, Lucas Javier Armoa do Paraguai, Ariadne Dona Joe Cahuana do Peru e Moriah Huggins de São Vicente e Granadinas.

Os desenhos ganhadores e o que se destacaram pela participação honrosa estão disponíveis nesta galeria e foram selecionados, considerando a capacidade das crianças em representar as contribuições da agricultura familiar para a segurança alimentar e a nutrição.

Os ganhadores vão receber uma placa comemorativa que ficará exposta nas escolas, um diploma oficial da FAO e um café da manhã nutritivo e saudável para toda a comunidade escolar, incluindo professores, colegas, familiares e os demais envolvidos na alimentação escolar. Os prêmios integram o projeto “Fortalecimento dos Programas de Alimentação Escolar e o Programa de Cooperação Internacional Brasil-FAO”.

O concurso foi direcionado a escolas rurais e urbanas de educação básica e fez parte das diversas atividades realizada durante o Ano Internacional da Agricultura Familiar 2014 na região.

+ Com informações da Unidade de Coordenação de Projetos da ONU/FAO na Região Sul do Brasil.

Publicação da ONU destaca PAA e PNAE

1 de dezembro de 2014 | Publicado em Ligado na Rede

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Publicação da ONU mostra como o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) e o Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) abastecem escolas com alimentos produzidos por pequenos agricultores, fortalecendo a agricultura familiar,reduzindo a pobreza e promovendo o combate à fome.

O Centro de Excelência contra a Fome do Programa Mundial de Alimentos (PMA) e o Centro Internacional de Políticas para o Crescimento Inclusivo (IPC-IG), ambos vinculados à Organização das Nações Unidas (ONU), disponibilizou na internet as versões, em português, francês e espanhol, do relatório Demanda Estruturada e Pequenos Agricultores no Brasil.

A publicação analisa o caso de dois projetos brasileiros: o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) e o Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE). O estudo mostra que abastecer escolas com alimentos produzidos por pequenos agricultores é uma maneira eficiente de fortalecer a agricultura familiar e reduzir a pobreza ao promover o combate à fome.

+ Acesse aqui o relatório.

+ Com informações do site do MDS

Semana da Alimentação Carioca

7 de outubro de 2014 | Publicado em Ligado na Rede

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Em comemoração ao Dia Mundial da Alimentação, 16 de Outubro, o CONSEA-Rio dedica uma semana inteira de atividades em torno do alimento. Este ano, o tema da Semana da Alimentação Carioca (SAC) será pautado na Agricultura Familiar. Serão diversas atividades em vários pontos da cidade debatendo, pensando e degustando o alimento.

PROGRAMAÇÃO

Dia 13/10 – Atividade na Escola Brigadeiro Schorcht “Cuidar da Terra, Alimentar a Saúde e Cultivar o Futuro”– das 10h às 15 h.
Feira/mostra de produtos agroecológicos.
Roda de Conversa – Participação da Agricultura Familiar no Fornecimento da Alimentação Escolar no Município do Rio de Janeiro cinco anos depois da Lei Federal 11.947/2009.
Endereço: Rua dos Prazeres, 71. Taquara, Jacarepaguá.

Dia 14/ 10 – Abertura – 14h às 17h.
Mesa de Abertura – CONSEA Nacional, CONSEA Estadual, CONSEA –Rio.
Lançamento do vídeo “Sistemas Alimentares Sustentáveis”.
Homenagem “Destaque da Segurança Alimentar 2014”.
Coquetel no Clube dos Servidores, às 16h.
Endereço: Rua Afonso Cavalcanti 455, Auditório – Cidade Nova.

Dia 15/10 – Restaurante Cidadão João Goulart – 9:30 às 15:00.
Avaliação Nutricional e hortas em pequenos espaços.
Endereço: Restaurante Cidadão João Goulart de Bonsucesso – Av. Brasil, 6431.

Dia 16/ 10 – Café na Roça – das 9h às 15h.
Seminário para a discussão da agricultura urbana.
Endereço: Sítio do Edinho, Estrada da Batalha nº 202. Rio da Prata. Campo Grande (próximo ao Largo do Rio da Prata). Transporte gratuito para o local com saída da Cidade Nova e Madureira com vagas limitadas. Inscrições por email: consea-rio@pcrj.rj.gov.br .

Dia 17/10 – Troca de Saberes de Agricultores com a EMBRAPA –
10:00 às 16:30.

Visita de Professores e Estudantes da Baixada de Jacarepaguá à Embrapa Tecnologia de Alimentos. Visita e reunião de Agricultores e Assessores Técnicos da Rede CAU à Embrapa Tecnologia de Alimentos.
Endereço: Av. das Américas, nº 29.501, Guaratiba.

Dia 17 e 18/ 10 – Feira de Laranjeiras – 12h às 17h
Atividades: Panfletagem, exposição de técnicas de compostagem, hortas em pequenos espaços, orientações nutricionais.
Responsáveis: Ação da Cidadania, AFARJ, SMS-VS, Hortas Cariocas, CRN4, Sub IP/ SMDS.
Endereço: Praça do Largo do Machado.

Dia 18/10 – Feira da Freguesia – 8h às 13h.
Atividade: Homenagem aos agricultores familiares pelo alimento.
Endereço: Praça Professora Camisão, Freguesia, Jacarepaguá.

Dia 25/ 10 – Plenária da Ação da Cidadania – 9h às 12h
Debate com Consea Nacional sobre Política de Segurança Alimentar.
Endereço: Av. Barão de Tefé 75, Bairro Saúde, Centro.

+ Participe da página do evento no Facebook e saiba mais sobre as atualizações.

Cachaça e Laticínios no RJ [vídeo]

11 de junho de 2014 | Publicado em Ligado na Rede

O programa Rural Contemporâneo (edição 14) foi até a região serrana do estado do Rio de Janeiro para mostrar duas histórias de sucesso na agricultura familiar. Confira:

Agricultura familiar é tema de concurso de desenho da FAO

15 de maio de 2014 | Publicado em Ligado na Rede

No Ano Internacional da Agricultura Familiar, a FAO lançou recentemente o concurso de desenho “Alimentar o mundo, cuidar do planeta. Desenhando a Agricultura Familiar”. A ideia é estimular o aprendizado sobre a agricultura familiar e o papel por ela desempenhado na erradicação da pobreza e da fome.

Quem pode se inscrever?

Podem se inscrever, por meio de suas escolas, crianças de 8 a 12 anos da América Latina e Caribe. Os participantes devem produzir desenhos que mostrem a importância da agricultura familiar, da criação de gados e aves e da pesca artesanal, entre outros temas. Além disso, podem também destacar o papel dos produtores para o crescimento econômico e no uso sustentável dos recursos naturais.

As inscrições vão até 31 de julho e as escolas podem enviar os trabalhos de no máximo 20 alunos, sendo um desenho por criança, feito apenas por ela e inédito. Para realizar a atividade, a FAO recomenda que os professores incluam a temática na sala de aula e para isso disponibiliza o material informativo para professores.

Os vencedores, uma criança por país e cinco em nível regional, serão anunciados dia 22 de agosto. Eles ganharão uma placa comemorativa e a escola receberá o Dia de Alimentação Escolar Sustentável , com o oferecimento de um café da manhã saudável a toda comunidade escolar. Mais informações sobre as regras de participação e a ficha de inscrição podem ser feitas neste documento do evento.

+ Via http://www.promenino.org.br/
+ Imagem: www.ipoema.org.br