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Intercâmbio retorna com sotaque fluminense

15 de setembro de 2016 | Publicado em Sem categoria

ceffa flores

O Rio de Janeiro é um dos estados participantes do VI Intercâmbio da Juventude Rural Brasileira. Entre os dias 24 de setembro e 01 de outubro, um grupo de onze jovens rurais de diferentes localidades do país conhecerá a realidade rural da região serrana fluminense. Eles serão recebidos pelo Instituto Bélgica-Nova Friburgo (Ibelga), referência estadual em Educação do Campo. Os visitantes desembarcam no Rio de Janeiro e, logo depois, seguem para os distritos de Santa Cruz, Baixada de Salinas e São Lourenço, na zona rural de Nova Friburgo.

No período de uma semana, os intercambistas participarão de atividades culturais, visitas técnicas para o aprendizado de inovações agrícolas e passeios turísticos, entre outras ações. A região serrana fluminense é o principal polo produtor de legumes e verduras do estado e abriga ainda o Parque dos Três Picos. Os participantes também pernoitarão nas casas de agricultores familiares, tendo um contato mais próximo com o dia a dia da região. No retorno para seus estados de origem, poderão adaptar esses conhecimentos às suas realidades.

O VI Intercâmbio da Juventude Rural Brasileira está proporcionando a 50 jovens do campo a oportunidade de conhecer diferentes realidades rurais. Seis estados e seis organizações não-governamentais que investem em projetos de Educação do Campo apoiam a ação. A iniciativa, dividida em cinco etapas, segue até novembro. Os estados participantes são: Pernambuco, Bahia, Santa Catarina, Paraná, Espírito Santo e Rio de Janeiro.

O intercâmbio é coordenado pelo Instituto Souza Cruz, que, junto com outras cinco organizações, integra a Rede Jovem Rural, um projeto coletivo formado por seis instituições que promovem ações de cooperação e defesa conjunta da causa do jovem rural. São elas: Associação das Casas Familiares Rurais do Sul do Brasil (ARCAFAR-SUL); Centro de Desenvolvimento do Jovem Rural (CEDEJOR); Instituto Souza Cruz; Movimento de Educação Promocional do Estado do Espírito Santo (MEPES); Movimento de Organização Comunitária (MOC); e Serviço de Tecnologia Alternativa (SERTA). Além destas, o Instituto Bélgica Nova Friburgo (Ibelga/RJ), que oferece ensino formal a jovens rurais da serra fluminense, foi convidado para integrar a iniciativa.

O Intercâmbio da Juventude Rural Brasileira foi reconhecido em 2015 como um estudo de caso pela Comissão Europeia Opens new window, que capitaneou uma pesquisa internacional sobre os regimes de intercâmbio direcionado a jovens rurais no mundo.

+ Acompanhe todas as novidades do Intercâmbio da Juventude Rural Brasileira na fanpage da Rede Jovem Rural!

Mostra Novos Rurais no RJ

26 de maio de 2014 | Publicado em Ligado na Rede, Sem categoria

O Instituto Souza Cruz e o Instituto Bélgica-Nova Friburgo (Ibelga) promovem, no dia 29 de maio, a Mostra Novos Rurais de Projetos Empreendedores, em Nova Friburgo (RJ), no auditório do Colégio Estadual Agrícola Rei Alberto I/Ibelga. O evento apresentará os resultados de 2013 do programa Novos Rurais, uma iniciativa que busca fortalecer a agricultura sustentável na região serrana do Estado fomentando o empreendedorismo e a diversificação agrícola em jovens do interior.

+ Saiba mais sobre o programa Novos Rurais.

A Mostra contará com visitas guiadas a propriedades dos beneficiários pelo programa e com uma exposição de artigos agrícolas e não agrícolas produzidos pelos jovens. No encerramento, os doze participantes da segunda turma do Novos Rurais apresentarão os empreendimentos elaborados ao longo da formação e estarão abertas as inscrições para a terceira turma do programa.

“O diferencial desta segunda turma do programa Novos Rurais no Rio de Janeiro foi a inovação e a inserção de novas práticas, como a agroecologia e o incremento da produção de ovos e galinhas caipiras, que não é comum na região. Outro destaque foram os empreendimentos rurais não agrícolas, como um salão de beleza e a confecção de sabonetes artesanais voltados, sobretudo, para atender uma demanda das jovens mulheres rurais “, analisa Marcos Gaspar, assessor de Projetos Sociais do Instituto Souza Cruz.

Veja a programação:

08:00 – Visita guiada às Unidades de Referência:
• Agrofloresta – William Martins
• Galinha Caipira – Thais Schuenk
• Salão de Beleza – Jeniffer Damazio e Franciele Lima

17:30 – Inscrições para a nova turma do programa Novos Rurais 2014
Abertura da exposição de produtos Novos Rurais

18:00 – Apresentação dos projetos da Turma 2013

21:00 – Confraternização

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E-Book – Conservação Do Solo E Água

13 de maio de 2014 | Publicado em Sem categoria

Faça do download gratuito deste manual Básico de práticas agrícolas – Conservação Do Solo E Água, produzido pelo Ministério de Agricultura, Desenvolvimento Rural e das Pescas, de Portugal. O material foi coordenado pela Doutora Fátima Calouro, no âmbito âmbito do Grupo Técnico de Trabalho para as Boas Práticas Agrícolas – Auditor de Ambiente (coord), INIA, IHERA, OGRC e DGPC.

Mapa da 3a etapa do IV Intercâmbio

20 de setembro de 2012 | Publicado em Sem categoria

A próxima etapa do IV Intercâmbio será realizada em um lugar belíssimo, o território Caminhos do Tibagi, no Paraná. Confira no mapa abaixo as localidades por onde os jovens passarão:


View Mapa do IV Intercâmbio in a larger map

IV Intercâmbio: começa a segunda etapa!

18 de agosto de 2012 | Publicado em Intercâmbio da Juventude Rural Brasileira, Sem categoria


Jovens são recepcionados no aeroporto de Vitória

Começou hoje a segunda etapa do IV Intercâmbio! Depois de muitas horas de voo até Vitória, os 12 intercambistas foram recepcionados pela equipe de monitores do Mepes em um evento de boas vindas na sede da Secretaria de Estado da Agricultura, Abastecimento, Aquicultura e Pesca (Seag). Divididos em duplas, os jovens já foram para os municípios de Mimoso do Sul, Marilândia, Cachoeiro de Itapemirim, Alfredo Chaves, Anchieta, Santa Maria de Jetibá, Castelo e Piúma. Confira algumas imagens da chegada:


Gedians Silva, Paulo Colle e Luiz Siqueira, em passeio na orla de Vitória


Padre Firmino durante o evento de abertura, na Seag


Vista da Ponte do Camburi

IV Intercâmbio: quem vai para a 2a etapa, no Mepes

16 de agosto de 2012 | Publicado em Sem categoria

Começa amanhã a segunda etapa do IV Intercâmbio! Entre 17 e 25 de agosto, 12 jovens de diferentes diferentes regiões do Brasil vão descobrir a força da agricultura familiar, além da diversidade de paisagens e culturas do Espírito Santo. A organização que está recebendo os intercambistas é o Mepes, parceiro da Rede Jovem Rural, e pioneiro na Pedagogia da Alternância no Brasil. Confira a lista de intercambistas que vão explorar o meio rural capixaba:

Luiz Rodrigues Siqueira (Adel)
Paulo Cesar Colle (Arcafar-Sul)
Gedians de Oliveira da Silva (Arcafar-Sul)
Danielly Kidman Galdino (Cedejor)
Gabriel Gonçalves Ferreira (Cedejor)
Jefferson de Lima Manchur (Cedejor)
Ariane Araújo Oliveira (Moc)
Janiele de Lima Diniz (Serta)
Isaac Medeiros da Silva (Serta)
Claudiane Josefa de Oliveira (Serta)
Pedro Manoel da Silva Paula (Ibelga)
Miriam de Fátima da Rosa Cordeiro (Ibelga)

+ Saiba mais sobre o IV Intercâmbio da Juventude Rural Brasileira

Mapa da 1a etapa do IV Intercâmbio

16 de julho de 2012 | Publicado em Sem categoria

A primeira etapa do IV Intercâmbio, na Bahia, já começou! Os jovens chegaram em Salvador na sexta-feira passada e, na sequência, foram para Feira de Santana, sede do MOC, que está organizando a etapa, e ponto de partida do roteiro. Confira o mapa das localidades que receberão os jovens intercambistas nos próximos dias:


Visualizar Mapa do IV Intercâmbio em um mapa maior

Associação Comunitária Duas Serras [Conexões Rurais]

20 de abril de 2012 | Publicado em Intercâmbio da Juventude Rural Brasileira, Sem categoria

A Associação Comunitária Duas Serras, do município de Serra Branca (PB), começou a ser desenhada em 1997 quando um grupo de moradores decidiu por conta própria inverter o quadro de evasão e desemprego que tomava conta da região. “Tivemos que lutar muito e colocar as ideias em prática para que todos vissem que o negócio era sério”, explica Evanildo Oliveira de Araújo, fundador da associação.

Desde então, a vida dos moradores de Duas Serras mudou substancialmente. Através da Associação, a comunidade participa do programa Arca das Letras, tem telefone público instalado, sinal de Internet, telecentro próprio, entre outros.

O mais ambicioso e ousado projeto, porém, teve início apenas em 2009. Através de uma parceria com a Fundação Elo, a associação conseguiu um capital de giro de R$ 22 mil para a construção de uma unidade de beneficiamento de castanha de caju. A unidade era um sonho antigo de todos os associados que perceberam o potencial que a região oferecia, além da amplitude que o projeto poderia alcançar, estimulando produtores da região e gerando emprego na própria região.

Além da construção da unidade de beneficiamento e da instalação do maquinário, uma equipe de associados fez intercâmbios e capacitações, através de parcerias com o Sebrae-PB, Emater-PB e Embrapa. Hoje, a associação emprega 21 funcionários e envolve mais de 100 produtores da região, beneficiando cerca de 600 famílias.

“Antes de começarmos, as famílias possuíam três ou quatro cajueiros. Atualmente, a média é de dez pés por propriedade”, explica Evanildo. O quilo da castanha é vendido por R$ 16 e comercializado também em saquinhos de 50g e 500g, nas versões torrada com sal e in natura.

“Eu não tinha noção do quanto é trabalhoso o beneficiamento da castanha. Gostei de ver a articulação da Associação Comunitária Duas Serras, desde a produção até a comercialização. O caju é uma ótima alternativa de renda para aquela população e a iniciativa merece ser divulgada”.

Wallace Boone Haese, participou do III Intercâmbio da Juventude Rural Brasileira, representando o Mepes.

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Sistema Agroflorestal no Acre [Conexões Rurais]

O estado do Acre é recoberto por 88% de floresta amazônica, da qual uma vasta área ainda apresenta espécies primárias. Porém, boa parte está sendo devastada principalmente pela expansão irregular da pecuária e pelas queimadas agrícolas.

Um caminho para manter a floresta em pé, e ainda recuperar áreas degradadas, é o Sistema Agroflorestal (SAF), uma técnica que consorcia culturas de longa duração, como espécies madeireiras nativas, com culturas de curta duração, como espécies frutíferas, leguminosas e até mesmo tubérculos. É importante que não haja competição entre as culturas.

Apesar de poucos produtores utilizarem o SAF no estado, a Escola da Floresta vem preparando técnicos conscientes sobre esse sistema ao oferecer o curso Técnico Agroflorestal, com a carga horária de 1.500 horas. A formação inclui atividades teóricas e práticas, onde o educando aprende a teoria em sala de aula, e depois a coloca em prática com o acompanhamento de mediadores.

A interferência humana aliada à utilização de práticas devastadoras, máquinas e agrotóxicos chegaram a tal ponto que o homem não consegue mais conter o desequilíbrio biológico provocado por ele mesmo. “Com isso, a interação natural deixa de existir, não acontece mais a ciclagem de nutrientes, o ciclo da água é rompido, gerando um desequilíbrio ambiental, regiões secas, inundações, aquecimento global e outros problemas climáticos”, destaca Francisco de Assis Silva, técnico agroflorestal da Escola da Floresta.

Neste cenário, o agricultor consciente que implanta o SAF, além de ajudar a evitar tais problemas ambientais, recupera as espécies nativas e consegue produzir preservando a floresta de pé.

Outra grande vantagem apontada por Assis é que o produtor aproveita da área o oxigênio que é produzido pelas leguminosas, e o adubo orgânico que se decompõe ao longo dos anos. Dessa forma, ele não precisa comprar adubos específicos, pois a própria natureza produz o que necessita.

O SAF pode ser implantado em qualquer lugar e bioma, mas mudando as espécies de acordo com a região. Também não há restrição de espaço. Uma das principais dificuldades apontadaa é com relação às sementes, uma vez que a coleta das mesmas, muitas vezes, é insuficiente. Por isso, tornam-se caras e difíceis de serem encontradas “A solução, portanto, é que o próprio agricultor aprenda a coletar e a fazer seu banco de sementes”, recomenda Assis.

“Estamos criando condições para que famílias que antes dependiam exclusivamente dos técnicos do governo, possam melhorar a produtividade, acessar novas tecnologias e desenvolver métodos sustentáveis de produção, saindo do tradicional sistema de ‘corte e queima'”.

Tião Viana, governador do estado do Acre

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Copa é oportunidade para fortalecer a agricultura do RJ

21 de dezembro de 2011 | Publicado em Sem categoria

Produção de alimentos sustentáveis para eventos esportivos deve abrir portas para o mercado interno.

O Governo do Estado está mapeando produtores e consumidores a fim de saber o que está sendo produzido e para quem esses produtos podem ser oferecidos. O objetivo é aproveitar a Copa do Mundo de 2014 para consolidar a produção e o consumo de produtos sustentáveis no Rio de Janeiro, impulsionando o setor da agricultura.

Durante a Soccerex Global Convention, feira de negócios do futebol realizada em novembro no Forte de Copacabana, o secretário de Agricultura, Christino Áureo, destacou os benefícios que o mundial de futebol trará para o desenvolvimento dos municípios do interior do estado.

– Futebol não é só entretenimento, é também negócio. E como tal, gera empregos e oportunidades. A decisão do governo federal de tornar este evento sustentável, aliando sua imagem à questão ambiental, trará possibilidade de ampliação dos mercados consumidor e produtor, especialmente para os agricultores familiares do Rio – afirmou Christino Áureo.

A Secretaria de Agricultura lidera, juntamente com o portal Planeta Orgânico, o Sebrae e o Ministério da Agricultura, ações para que o Rio possa fornecer produtos sustentáveis para a alimentação nesses eventos. A produção de outros estados – que atendam aos critérios de sustentabilidade – também deve abastecer os campeonatos esportivos.

Um grupo de trabalho está levantando a demanda de supermercados, restaurantes e indústrias focados na aquisição desses itens, bem como na organização dos produtores, identificando os municípios com condições de produzir dentro dos indicadores propostos: orgânicos, agricultura familiar, produtos da biodiversidade e comércio justo.

– Mais importante do que dizer ao mundo que o Rio é um produtor sustentável, é conquistar o consumidor interno. Queremos garantir volume, escala e regularidade na produção – disse.

Economia Duradoura
O foco inicial do projeto são os municípios de Região Serrana e da Baixada, como Magé e Guapimirim. No dia 13 de dezembro, foi realizada a 2ª Rodada de Negócios Sustentáveis, em Cachoeiras de Macacu. Na ocasião, agricultores tiveram a oportunidade de oferecer produtos orgânicos a restaurantes do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj).

Segundo o presidente da Empresa de Pesquisa Agropecuária do Estado (Pesagro-Rio), Silvio Galvão, a expectativa é que a partir dos eventos o comércio sustentável se consolide no Rio.

– Nossa ideia é que até as flores entregues aos atletas nas premiações sejam orgânicas. E isso não apenas na Copa. Os eventos esportivos servem para dar visibilidade e consagrar a forma de produzir sustentável para que essa filosofia se mantenha no futuro – afirmou Galvão.

Via Blog Agricultura Familiar no Estado do Rio